Mudanças na franquia de bagagens muda rotina de viajantes corporativos

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Mudanças na franquia de bagagens muda rotina de viajantes corporativos

 

Desde o ano passado, as companhias aéreas estão autorizadas a cobrar uma taxa extra pelas bagagens despachadas pelos seus passageiros. Com a medida, eles mesmos podem escolher, ao comprar seus bilhetes, o tipo de tarifa que desejam pagar, com ou sem bagagem incluída.

Para os viajantes de uma forma geral, a mudança acarreta em uma atenção especial para o que vai ser levado na viagem e em relação a qual alternativa é mais vantajosa na hora de fechar a compra. Em caso de viagens corporativas, a decisão fica nas mãos de organizadores e clientes, que devem levar em consideração o perfil da viagem para decidir.

Podemos aqui citar um exemplo: em uma viagem com ida e volta no mesmo dia, será que vale a pena pagar por uma passagem que inclua bagagem? Muitas vezes, por problemas de verba, focamos nas tarifas mais econômicas e não nos atentamos às restrições. Esse tipo de cuidado é imprescindível e precisa ser alinhado. Independentemente da escolha, o passageiro deve ser avisado, para que esteja ciente do que o espera no momento do check in e não seja pego de surpresa.

Vale ainda alertá-lo sobre mais uma mudança, desta vez referente à bagagem de mão. Antes, era permitido carregar uma mala de 5 kg, além de um volume pequeno, como uma bolsa, mochila ou sacola. Hoje, o peso aceito dobrou. Ou seja, o viajante pode carregar com ele um volume de até 10 kg, o que faz bastante diferença em casos em que a passagem escolhida não inclui bagagem despachada.

É importante conversar com o passageiro também sobre a possibilidade de cancelamento ou alteração de horário, para que isso seja levado em consideração no momento da compra do bilhete. As opções mais em conta geralmente são mais restritivas (não são reembolsáveis ou apresentam taxas de cancelamento e alteração exorbitantes). Por isso, é importante que o passageiro ou o cliente seja informado das restrições da tarifa.

 

 

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